Mortes na UTI: portal expõe possíveis motivações de técnico de enfermagem

Os possíveis assassinatos teria ocorrido no Hospital Anchieta, em Brasília, em 2025
Os três suspeitos de ter matado pacientes em hospital em Brasília – Reprodução Redes Sociais

O caso horrendo dos três técnicos de enfermagem que teriam assassinado pelo menos três pacientes na UTI do Hospital Anchieta, em Brasília, nos meses finais de 2025, chocou o país pelo absurdo e pela maldade inacreditável empregada nas ações, que envolvia injetar nas veias das vítimas medicamentos em doses letais e até desinfetante. Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, os três acusados, estão presos preventivamente por determinação da Justiça.

O portal Metópoles informou que teria obtido com exclusividade acesso às informações do inquérito onde constam os motivos que levaram os profissionais de saúde a cometerem tal barbaridade. Conforme reportagem assinada por Mirelle Pinheiro, o técnico de enfermagem Marcos Vinícius, sobre quem recaem as imputações mais graves do caso, em seu depoimento, teria dado duas razões distintas para acabar com a vida dos servidores públicos João Clemente Pereira, de 63 anos, Marcos Moreira, de 33, e Miranilde Pereira da Silva, de 75.

Após relatar que Marcos Vinícius negou a autoria das mortes num primeiro momento, a matéria mostra que essa conduta teria mudado na sequência.

“Em uma segunda versão, o técnico de enfermagem disse que teria tirado a vida dos pacientes com o intuito de ‘aliviar o sofrimentos das vítimas’. Em outro relato, Marcos chegou a dizer que o hospital ‘estava tumultuado’ e que ele teria cometido os crimes ‘por estar nervoso’”, reporta o trecho do texto do Metrópoles.

Independentemente do desdobramento das investigações por parte da Polícia Civil do Distrito Federal, o que as autoridades já têm certeza é sobre a autoria dos crimes, uma vez que as câmeras de vigilância do Hospital Anchieta, sobretudo nas UTI, bem como em outras dependências reservadas da unidade, mostram a ação deliberada dos funcionários para matar.

Para eles, Marcos Vinícius, de maneira inequívoca, injetava as substâncias nos pacientes, por vezes conseguindo a prescrição médica do remédio de forma fraudulenta no sistema interno de informática do estabelecimento. Quando ia praticar os crimes, ele receberia ‘cobertura’ de Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, que teriam conhecimento em relação às intenções do colega de trabalho.

Fonte: msn.com

Total
0
Shares
Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Prev
Campanha alerta sobre aliciamento digital e reforça combate ao trabalho escravo

Campanha alerta sobre aliciamento digital e reforça combate ao trabalho escravo

Iniciativa chama atenção para o aumento de casos de pessoas enganadas

Next
Bike Tour abre comemorações do Dia da Instalação de Porto Velho com passeio pela história da cidade

Bike Tour abre comemorações do Dia da Instalação de Porto Velho com passeio pela história da cidade

Atividade dá início às celebrações dos 111 anos da instalação do município

Total
0
Share