Participação de presos provisórios nas urnas é mínima no país

Baixa adesão é atribuída à falta de seções eleitorais em unidades prisionais

Apesar de terem direito ao voto, presos provisórios e adolescentes internados enfrentam dificuldades para participar das eleições. Em 2022, apenas 3% desse público conseguiu votar, segundo dados da Defensoria Pública da União.

A baixa adesão é atribuída à falta de seções eleitorais em unidades prisionais e à ausência de documentação necessária. Em 2024, o número de aptos caiu ainda mais, mesmo com mais de 200 mil presos provisórios no Brasil.

O prazo para regularização eleitoral desse grupo termina em 6 de maio. O direito ao voto é garantido pela Constituição para quem ainda não tem condenação definitiva.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reafirmou recentemente essa garantia, mas a participação segue limitada por entraves burocráticos e estruturais.

Fonte: jornaldamazonia.com

Imagem: Marcello Casal Jr

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