As hepatites virais continuam sendo um grave desafio para a saúde pública em Rondônia. Entre 2000 e 2024, o estado registrou 15.403 casos e 944 mortes provocadas pela doença, segundo dados do Ministério da Saúde. A hepatite B lidera as notificações e reforça a importância do diagnóstico precoce.
Em todo o Brasil, mais de 826 mil casos de hepatites virais foram confirmados no mesmo período. As hepatites B e C concentram a maior parte dos registros e preocupam por poderem evoluir de forma silenciosa durante anos, aumentando o risco de cirrose, câncer de fígado e necessidade de transplante.
Para ampliar a detecção da doença, o Ministério da Saúde intensificou a distribuição de testes rápidos. Até maio de 2026, Rondônia recebeu 135.975 testes para hepatite C, disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Especialistas alertam que sintomas como fadiga, febre, náuseas, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras devem ser investigados. O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e cura.
A prevenção das hepatites virais inclui vacinação, uso de preservativos, não compartilhamento de objetos cortantes e cuidados com higiene e saneamento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites B e C causaram cerca de 1,3 milhão de mortes no mundo em 2024, evidenciando a necessidade de ampliar a prevenção e o acesso ao diagnóstico.
Fonte: jornaldamazonia.com
Foto: Assessoria







