A partir de 1º de outubro, os planos de saúde deverão cobrir o DIU hormonal para tratamento da endometriose em situações específicas. A mudança foi aprovada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e altera o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.
A nova regra inclui tanto o dispositivo quanto o procedimento de inserção. A cobertura será obrigatória para pacientes com endometriose que tenham contraindicação ou não apresentem adesão aos contraceptivos orais combinados.
O dispositivo libera levonorgestrel, um hormônio que atua localmente e ajuda a reduzir os efeitos relacionados ao ciclo menstrual. Dessa forma, o tratamento pode contribuir para o controle de sintomas da endometriose, como dor e sangramento.
Além disso, o DIU hormonal para endometriose já foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes que se enquadram nos mesmos critérios. A decisão do Ministério da Saúde ocorreu após avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
O Ministério da Saúde destaca que o tratamento da endometriose deve ser individualizado, considerando sintomas, condições clínicas e desejo reprodutivo da paciente.
Fonte: jornaldamazonia.com
Fotografia EBC







