A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como “sicário” de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, confirmou a morte do cliente na noite de sexta-feira (6). Em comunicado, o advogado Robson Lucas, que acompanhava o caso, informou que o óbito foi declarado às 18h55, após a conclusão do protocolo de morte encefálica.
O procedimento, segundo a nota, teve início por volta das 10h15 do mesmo dia. Ainda conforme a defesa, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Confira o comunicado na íntegra:
“Informamos que o quadro clínico de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão evoluiu a óbito, que foi legalmente declarado às 18h55, após encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado hoje, 06.03.26, por volta das 10h15. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal, seguindo-se o protocolo legal”.
Tentativa de suicídio
Preso desde 4 de março, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, tentou se suicidar na cela da Polícia Federal em Minas Gerais.
Em nota divulgada no dia do ocorrido, a PF informou que, ao tomar conhecimento da situação, acionou agentes que prestaram socorro imediato, iniciaram procedimentos de reanimação e chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Mourão foi levado para o Hospital João XXIII, onde permaneceu internado em estado grave até a noite de sexta-feira (7), quando a morte foi confirmada.
Quem era o “Sicário” de Vorcaro
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, era apontado pela Polícia Federal como aliado de Daniel Vorcaro, também preso na operação que investiga crimes contra o sistema financeiro ligados ao Banco Master.
Segundo as investigações, Mourão era chamado de “Sicário” pelo ex-banqueiro e teria atuado na coordenação de uma estrutura informal conhecida como “A Turma”, responsável por ações de vigilância, intimidação e obtenção de dados de desafetos de Vorcaro.
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