O Ministério Público de Rondônia (MPRO) iniciou, em 2026, a implantação de cinco regionais do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no interior do estado. A iniciativa busca fortalecer o combate às organizações criminosas, ampliar a integração com as forças de segurança e agilizar investigações.
A Portaria nº 598/PGJ, de 22 de maio de 2026, designou promotores e promotoras de Justiça para representar o grupo em Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena.
Segundo o coordenador do Gaeco, promotor Anderson Batista de Oliveira, a regionalização aproxima o Ministério Público das instituições de segurança, fiscalização e da população. Além disso, permite acompanhar investigações desde o início, compartilhar informações e identificar conexões entre crimes cometidos em diferentes municípios.
Capacitação e inteligência
A expansão, prevista desde 2019, começou efetivamente em 2026. Para apoiar o trabalho, nove policiais militares de inteligência do interior participam de capacitação sobre a metodologia investigativa do Gaeco. São três profissionais de Cacoal, três de Rolim de Moura e três de Vilhena.
As equipes atuarão na coleta, análise e cruzamento de informações sobre organizações criminosas. Enquanto isso, a sede do Gaeco, em Porto Velho, continuará oferecendo suporte técnico e pericial especializado.
O MPRO também investe em tecnologia, softwares de inteligência forense e equipamentos de alto desempenho para analisar grandes volumes de dados e fortalecer as investigações.
Como denunciar
A população pode comunicar suspeitas de crimes ao MPRO pelo telefone 127, pelos WhatsApps (69) 99977-0127 e (69) 99977-0180 ou pelo formulário eletrônico da Ouvidoria.
A instituição recomenda apresentar informações concretas, como envolvidos, local, data e descrição dos fatos, para facilitar a análise e eventual investigação.
jornaldamazonia.com / Com informações da Assessoria






