O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.367/2026, que muda o processo de escolha de reitores nas universidades federais. A nova regra extingue a lista tríplice e determina que o mais votado pela comunidade acadêmica seja nomeado para o cargo.
A medida, segundo o ministro da Educação Camilo Santana, fortalece a autonomia universitária e evita que candidatos eleitos internamente deixem de assumir a função.
Antes, universidades realizavam consultas com professores, estudantes e técnicos, mas enviavam três nomes ao governo federal, que podia escolher qualquer um deles — mesmo sem ser o mais votado. Entre 2019 e 2021, essa prática gerou controvérsias após nomeações divergentes do resultado das consultas.
Com a nova lei, a eleição passa a ser direta, com votação de toda a comunidade acadêmica. Também deixa de existir o peso fixo maior para docentes, permitindo que cada instituição defina suas regras.
Podem concorrer professores efetivos com título de doutor ou que estejam nos níveis mais altos da carreira. Após a eleição, o presidente formaliza a nomeação para mandato de quatro anos, com possibilidade de recondução.
Fonte: jornaldamazonia.com
Foto: Unir







