Síndromes respiratórias graves caem 50% em PVH

Dados reduziram em 2026, se comparado com ano passado

Os dados epidemiológicos de Porto Velho apresentam um cenário de queda significativa dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). No período de 1º de janeiro a 10 de fevereiro de 2026, o município registrou 65 casos.

E a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), continua o monitoramento rigoroso de todas as notificações de síndromes respiratórias. O objetivo é tranquilizar a população e combater informações imprecisas que circulam diante do surto gripal registrado no estado vizinho, o Acre.

Diferente do que pode sugerir o clima de alerta, os dados epidemiológicos de Porto Velho apresentam um cenário de queda significativa. No período de 1º de janeiro a 10 de fevereiro de 2026, o município registrou 65 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Esse número é consideravelmente menor do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando a capital contabilizou 135 registros, representando uma redução de mais de 50% nas ocorrências graves.

O prefeito Léo Moraes lembrou a importância dessa ação. “Esses resultados mostram o trabalho em conjunto de nossas equipes e ao mesmo tempo, que nossas unidades de saúde estão preparadas para cuidar de cada paciente”, disse.

A secretária-adjunta da Semusa, Mariana Prado, explica que a rede municipal opera com unidades sentinelas, responsáveis pelo rastreamento constante dos vírus em circulação. “Nossas equipes estão em alerta devido à proximidade geográfica e ao fluxo de pessoas com o Acre, mas, até o momento, os vírus identificados em Porto Velho são sazonais, típicos desta época do ano. Não há motivo para pânico, mas sim para cuidado e prevenção”, ressalta.

Orientações e atendimento

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, orienta que a população procure as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) apenas em casos de sintomas agravados. Para sintomas leves, a recomendação é repouso e adoção da etiqueta respiratória. “Precisamos da colaboração de todos para que as UPAs foquem nos casos de urgência. Se os sintomas forem leves, o isolamento domiciliar e o repouso são as medidas mais eficazes para a recuperação e para evitar que o vírus se espalhe”, destacou.

Jaime Gazola orienta que a população procure as UPAs apenas em casos de sintomas agravadosJaime Gazola orienta que a população procure as UPAs apenas em casos de sintomas agravados

Quando buscar uma unidade de saúde?

Dificuldade para respirar (falta de ar);

Febre alta persistente;

Cansaço extremo ou unhas/lábios arroxeados (cianose).

Para manter os números em queda e evitar a propagação de vírus, a Semusa reforça as medidas preventivas básicas:

Vacinação: manter o cartão de vacina atualizado contra Influenza e Covid-19;

Higiene: lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel;

Uso de máscara: recomendado para quem apresenta qualquer sintoma gripal;

Etiqueta respiratória: cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar.

Fonte: Assessoria

Fotos: Arquivo / Secom

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