Caminhoneiros descartaram uma paralisação nacional após a publicação da Medida Provisória 1.343/2026 e de resoluções da Agência Nacional de Transportes Terrestres que reforçam a obrigatoriedade do pagamento do piso mínimo do frete.
As normas criam mecanismos de fiscalização e punição para quem descumprir a tabela. Entre elas, estão sanções a empresas e a proibição de emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot) quando o valor pago estiver abaixo do mínimo, o que impede a circulação da carga.
A MP já está em vigor, mas ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. O governo também garantiu reajustes no piso sempre que houver variação igual ou superior a 5% no preço do diesel.
Com as medidas, a categoria recuou da ideia de greve. Representantes afirmam que, com regras sendo cumpridas e diálogo aberto, não há motivo para paralisação. O governo, por sua vez, reforçou o compromisso de manter negociações e ampliar a fiscalização nas estradas.
Fonte: jornaldamazonia.com
Foto: FAMURS







