A sociobioeconomia brasileira já movimenta cerca de R$ 2,7 trilhões, o equivalente a 25,3% do Produto Interno Bruto (PIB), e começa a atrair mais investimentos do mercado financeiro. O avanço é impulsionado por políticas públicas, linhas de financiamento verde e iniciativas voltadas a produtores de comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas que conciliam geração de renda e preservação da floresta.
Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta o crescimento do setor, que reúne atividades sustentáveis baseadas no uso responsável dos recursos naturais. Apesar da expansão, cooperativas e associações ainda enfrentam dificuldades para acessar crédito e ampliar a produção.
Para reduzir essa barreira, a Conexsus, o Instituto Clima e Sociedade (iCS) e o Banco do Brasil lançaram o Programa Implementa Sociobio, que pretende viabilizar R$ 5 bilhões em financiamentos até 2030 para fortalecer cadeias produtivas sustentáveis.
A expectativa é ampliar o acesso a recursos financeiros, assistência técnica e novos mercados, estimulando negócios que preservam a floresta, geram emprego e renda nas comunidades tradicionais e contribuem para o enfrentamento das mudanças climáticas.
Fonte: jornaldamazonia.com
Imagem: COPABASE/Divulgação







