A morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do esporte no Brasil, foi confirmada nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua residência, em Santana de Parnaíba.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o ex-jogador passou mal pela manhã e foi socorrido por equipes de emergência por volta das 13h, sendo encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), mas já chegou à unidade sem vida. O atendimento foi realizado com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que prestou assistência inicial ainda no local.
Em nota, o hospital informou que Oscar deu entrada em parada cardiorrespiratória e que todos os procedimentos foram realizados pela equipe médica, além do acolhimento aos familiares. A família também confirmou que o velório será restrito, respeitando o desejo por um momento íntimo.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar Schmidt foi um dos principais responsáveis por popularizar o basquete no Brasil. Ídolo nacional, ele construiu uma carreira histórica com a Seleção Brasileira de Basquete e em clubes como Flamengo e Palmeiras. Também se destacou internacionalmente, tornando-se o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com mais de mil pontos.
A NBA lamentou a morte do atleta em publicação oficial, destacando sua trajetória marcante e sua entrada no Hall da Fama do basquete, o Naismith Memorial Basketball Hall of Fame, em 2013.
A morte de Oscar também gerou comoção entre autoridades. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, decretou luto oficial de três dias. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em viagem à Espanha, homenageou o ex-atleta nas redes sociais, destacando sua importância para o esporte e sua inspiração para gerações.
Oscar deixa a esposa, Maria Cristina, e dois filhos, Filipe e Stephanie. Sua trajetória permanece como um dos maiores legados do esporte brasileiro.
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