Arte e música amazônicas marcam os 84 anos do Banco da Amazônia

Exposição propõe reflexão sobre memória, resistência e preservação ambiental
Foto: Assessoria/FSB Comunicação

O Banco da Amazônia (Basa) comemora seus 84 anos com uma programação cultural gratuita em Belém, reunindo a exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente”, do artista rondoniense Rafael Prado, e o espetáculo musical “Dois Rios”, dos músicos paraenses Luê e Júnior Soares. As atrações destacam a memória, a ancestralidade e a riqueza cultural da Amazônia.

O Centro Cultural Banco da Amazônia promove uma programação especial para marcar o aniversário de 84 anos da instituição, com eventos que valorizam a arte e as tradições amazônicas.

A partir de 10 de julho, o público poderá visitar gratuitamente a exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente”, do artista visual Rafael Prado. A mostra reúne pinturas inspiradas em personagens que dedicaram suas vidas à defesa da floresta e dos povos amazônicos, propondo uma reflexão sobre memória, resistência e preservação ambiental.

A celebração também inclui o espetáculo “Dois Rios”, que reúne o músico Júnior Soares e a cantora Luê em um repertório de composições autorais que unem diferentes gerações da música amazônica, destacando elementos da cultura regional e da ancestralidade.

Como parte da programação, Rafael Prado ministrará a oficina gratuita “Coletando Memórias: Workshop de Frotagem e Colagem Artística”, voltada para participantes a partir de 15 anos. A atividade oferece 20 vagas, com inscrições gratuitas.

A exposição ficará aberta até 9 de outubro, no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém, com visitação gratuita e recursos de acessibilidade. A programação integra as ações da instituição para incentivar o acesso à cultura e valorizar artistas da Amazônia.

Fonte: jornaldamazonia.com

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