O Exército Brasileiro reforçou o monitoramento da fronteira do Amazonas após denúncias sobre a presença de homens armados apontados como integrantes das antigas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na Terra Indígena Alto Rio Negro.
Segundo lideranças indígenas, o grupo estaria ameaçando moradores, restringindo a circulação na região e instalando estruturas clandestinas próximas à fronteira. Diante dos relatos, o Exército informou que mantém atenção especial a ocorrências envolvendo estrangeiros ou grupos que possam representar riscos à população.
Na área, o 6º Pelotão Especial de Fronteira (6º PEF), localizado em Pari-Cachoeira, realiza patrulhas periódicas para reconhecimento e monitoramento da faixa de fronteira sob sua responsabilidade.
Além disso, a instituição informou que atua de forma integrada com outros órgãos de segurança e fiscalização, respeitando as atribuições legais de cada um.
A presença de grupos armados em áreas próximas à fronteira amazônica é acompanhada pelas autoridades, que mantêm ações de vigilância para prevenir ameaças à segurança dos moradores e à soberania nacional.
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