O Ranking nacional de sustentabilidade coloca cidades da Amazônia Legal nas últimas posições, segundo a edição 2026 do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR), divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Cidades Sustentáveis. O levantamento avalia os 5.570 municípios brasileiros com base em 100 indicadores relacionados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O resultado revela uma forte desigualdade regional. As dez cidades com pior desempenho estão na Amazônia Legal. Lábrea (AM) aparece na última colocação, com 32,8 pontos, seguida por Ulianópolis (PA), com 32,9, e Envira (AM), com 34,1. Na outra ponta, Santana da Ponte Pensa (SP) lidera, com 67,8 pontos.
Entre as capitais, Porto Velho ficou na última posição, com 38,7 pontos, entrando na faixa de desenvolvimento sustentável muito baixo. Ao todo, 14 capitais tiveram pontuação inferior a 50. Brasília liderou o grupo, com 61 pontos.
Apesar do cenário desigual, o índice aponta melhora nacional. A média dos municípios chegou a 51,2 pontos, 1,2 acima de 2025, enquanto 70% das cidades avançaram. Ainda assim, nenhuma atingiu nível muito alto, acima de 80 pontos.
O IDSC-BR utiliza dados públicos de fontes como IBGE, DataSUS e Inep e busca orientar gestores na definição de prioridades e políticas públicas alinhadas à Agenda 2030.
jornaldamazonia.com /Com informações Instituto Cidade Sustentáveis







